Área de cliente
O seu IT, gerido num só sítio.
O SGIT, o sistema de gestão integrada do seu IT, incluído no serviço, para acompanhar a mudança e decidir com dados.
Para que serve
A área de cliente é onde fica registado tudo o que acontece no seu IT: o que se pediu, o que avariou, o que se mudou, o que se comprou e porquê. Cada pedido, cada bug e cada alteração tem dono, estado e histórico.
Com o tempo, torna-se a memória do seu IT. Sabe quanto tempo levam os pedidos, que equipamentos dão mais problemas, que garantias estão a acabar e onde vale a pena investir. É gestão da mudança e apoio à decisão, com os seus próprios dados.
Gestão da mudança
Cada alteração fica registada: quem a pediu, quem a fez, quando e porquê.
Apoio à decisão
Indicadores e histórico para decidir onde investir, com números e não com impressões.
Os dados são seus
Documentação, inventário e acessos ficam do seu lado, sempre disponíveis.
O que lá encontra
Ticketing
Pedidos de suporte com conversa, ficheiros, urgência e estado. Sabe sempre em que ponto está cada pedido e quanto tempo levou.
Bug tracking
Os erros das suas aplicações registados, priorizados e acompanhados até serem validados por quem os reportou.
Feature tracking
Os pedidos de melhoria das suas aplicações, da ideia à entrega, com o estado e a data prevista de cada um.
Gestão de assets
Inventário de servidores, postos, rede e periféricos, com localização, garantias, ligações entre equipamentos e etiqueta QR para abrir a ficha no telemóvel.
Projectos e tarefas
Estado, prazos, horas e progresso de cada projecto, com as tarefas e o diagrama de Gantt.
Backups e continuidade
O que está protegido, onde fica a cópia e quando foi testado o último restauro.
As imagens mostram a empresa de demonstração ACME, com dados fictícios.
Levantamento com IA
O inventário começa numa fotografia.
No levantamento dos equipamentos ninguém copia números de série à mão. Fotografa-se a chapa do fabricante, a caixa ou a fatura, e a inteligência artificial lê o que lá está escrito.
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Fotografar a chapa
Com o telemóvel, no próprio local: a chapa colada por trás do equipamento, a caixa ou a fatura de compra.
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A IA lê e preenche
O tipo de equipamento, a marca, o modelo, o número de série e o MAC entram na ficha nova. O que não se consegue ler fica em branco, em vez de inventado.
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Confirmar antes de gravar
Os campos lidos vêm marcados a azul. Quem faz o levantamento confirma ou corrige, e só então a ficha é gravada, com a fotografia guardada.
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Etiqueta com QR
Cada equipamento recebe o seu número e uma etiqueta com código QR, pronta a imprimir. Apontar o telemóvel abre a ficha, com o histórico, as garantias e as ligações.
Nos postos de trabalho e servidores, um pequeno programa de inventário completa a ficha com o que a máquina sabe de si: processador, memória, discos e placas de rede.
Capturas da empresa de demonstração ACME, com dados fictícios. A chapa é de um equipamento inventado.
E ainda
- Documentação técnica e esquemas de rede
- Contas e acessos guardados com cifra
- Domínios e certificados, com as datas de expiração à vista
- Utilizadores e permissões por pessoa
- Avisos por mail com ligação directa ao registo
- Registo de quem consultou o quê
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